terça-feira, 25 de dezembro de 2007

Balanço Geral

Fazendo um balanço do meu ano acho que posso resumi-lo como um bom ano, fiz coisas inesquecíveis como minha tatuagem logo no inicio do ano, bebi tudo que podia ou não. Também não foi um ano muito bom na questão coração, enganei-me tanto que fiz com que minha cabeça acreditace na ilusão que criei, e isso não foi bom para mim.
É estranho que o meu provável último post do ano tenho o nome do programa comandado pelo Wagner Montes provável novo prefeito da cidade, mas acho que isso deixo para depois um outro post quem sabe.
Agora chegou a hora as promessas e eu prometo a vc meu blog querido e a quem mais ler isso aqui que no próximo ano vou perder os quilinhos a mais que tenho, vou me endireitar e tentar ficar com alguém sério e finalmente vou tentar manter meus amigos pq isso sim pra mim e difícil, to vivendo muito pra mim e esquecendo dos outros.
Em 2008 meu último ano de faculdade não sei o que fazer da vida quero uma chance no mercado, mas ta brabo, quero mesmo é ser jornalista trabalhar em rádio ou em revista sempre quis trabalhar em revista, quero é ser feliz e jornalista, afinal dediquei meus últimos quatro anos a isso.
Acho que esse ano não escrevo mais então um feliz ano novo a todos que lerem e aos que não lerem também. Beijos

sábado, 8 de dezembro de 2007

Declaração de amor

“Tu és, divina e graciosa”, este verso do compositor Pixinguinha, descreve exatamente o que quero mostrar a ti neste momento.
Declaro agora por meio deste singelo bilhete o meu amor por ti, bela Língua Portuguesa.
És divina, pois és poderosa. Com todos seus verbos, advérbios, pronomes, sinônimos. E suas palavras? Escritas ou faladas, esplendidas de ambas as formas!
E a Saudade. A saudade! Palavra tão bonita só poderia pertencer mesmo a ti, e seu significado és perfeito. Por essas e outras razões declaro-me a ti agora, amo-te!
Divina e graciosa Língua Portuguesa.

Cenas do Cotidiano

Outro dia no ônibus voltando para casa vi uma cena que não me saiu da cabeça. Um pai todo torto no banco enquanto uma menina que parecia ser sua filha dormia em seu colo, além de servir como travesseiro ele ainda a abanava com uma pequena pastinha de plástico.
No dia seguinte também voltando para casa, mas agora depois de longa peregrinação pelo centro do Rio. Vi também no ônibus, uma cena parecida, um garoto de uns 14 anos com um outro de no máximo 06, que deveria ser seu irmão menor, ambos uniformizados. O pequeno olhava as figuras de um gibi enquanto o maior lia seus balõezinhos.
Não sei como cenas tão parecidas aconteceram em tão pouco tempo, talvez por observar a primeira cena fiquei mais aberta para ver coisas simples como estas isso acontece todo dia e tenho certeza que se eu observasse cenas como esta com freqüência levaria uma vida muito mais tranqüila.